O uso da inteligência artificial na escrita jurídica: Obrigação ética?
A IA impacta o setor jurídico, mas pode gerar precedentes fictícios. Advogados devem usá-la com cautela, aprimorando textos e respeitando a ética profissional.
As ferramentas de IA estão se aprimorando. Elas já conseguem organizar, sintetizar e até melhorar textos jurídicos. Mas, à medida que essas tecnologias avançam, fica a dúvida: qual será o papel do advogado nisso tudo? Será que nunca mais abriremos um documento de Word “em branco”? Seguem algumas reflexões em artigo para o Migalhas, disponível aqui.
Tony Barbuto é advogado qualificado no Brasil e em Nova York. Escreve sobre comunicação jurídica eficaz, disputas complexas e o uso estratégico da inteligência artificial. Responsável pela área de Disputas na Advocacia Adriano Dib.


