📄 Notificações Curtas e (nem tão) doces: quando o GC solta o verbo
Nem toda notificação merece uma resposta doce. Mas será que vale a pena responder assim?

Esta foi a resposta do Diretor Jurídico de um time de futebol americano a uma notificação enviada por um advogado, que se queixava de torcedores jogando aviõezinhos de papel no estádio — atividade que classificou como “desrespeitosa e possivelmente perigosa”.
📝 A carta, de 1974, dizia:
“Segue anexa uma carta que recebemos em 19 de novembro de 1974.
Acho que o Sr. deveria saber que algum "mala" está assinando seu nome em cartas cretinas.”
Guardei essa pérola na minha pasta de respostas curtas e (nem tão) doces a notificações descabidas.
Quem nunca fantasiou em responder assim a uma alegação infundada?
Mas… isso geralmente só acirra os ânimos — e pode não ser o melhor caminho para o cliente.
🎯 Divertido? Sim.
Recomendável? Quase nunca.
Confira exemplos de notificações mais doces aqui e aqui.
Tony Barbuto é advogado qualificado no Brasil e em Nova York. Escreve sobre comunicação jurídica eficaz, disputas complexas e o uso estratégico da inteligência artificial. Responsável pela área de Disputas na Advocacia Adriano Dib.

